COOPERATIVA AGROPECUÁRIA DE PEDRINHAS PAULISTA
Cooperativa Agropecuaria de Pedrinhas Paulista


















  CAP finaliza ajustes para o recebimento do milho da Segunda Safra 2020

   Quando a grande parte das lavouras do milho Segunda Safra da área de atuação da Cooperativa Agropecuária de Pedrinhas Paulista parecia perdida, as chuvas que caíram no dia 22 de maio trouxeram certo alento para os produtores rurais de nossa região.
   Houve áreas que registraram uma média de 90 milímetros, o que serviu para recuperar uma parte do milho que vinha sofrendo, e muito, com a estiagem prolongada e o calor excessivo durante o dia. No entanto, o que veremos desta vez em nossa região, será uma "safrinha", pois não devemos ter colheitas que devam superar as expectativas.
   Sabemos que em algumas vezes, essa também era a perspectiva e fomos surpreendidos com colheitas que não eram esperadas, mas, desta vez, pelo que temos acompanhado, infelizmente, o mesmo não deve ocorrer.
  Ao contrário do que imaginávamos, o milho que foi plantado por último não atingiu as expectativas, ficando muito aquém do que planejava os cooperados. Estes híbridos não se beneficiaram e acabaram não se desenvolvendo a contento, e o resultado final não será aquele que todos esperávamos.    Em resumo: se as perdas não serão tão grandes quanto se mostravam, o número de sacas colhido por alqueire também não será o ideal. Teremos muito milho a ser colhido. No entanto,

a média deve ficar bem abaixo da registrada nos últimos anos devido à longa estiagem que acompanhamos.
  Felizmente não houve maiores danos com a ventania que acompanhou as chuvas de 22 de maio, que derrubaram as plantas de algumas áreas. Quanto a geadas, elas sempre são uma grande preocupação dos produtores. Mas as estimativas apontam que, se ocorrerem, não serão capazes de danificar as plantações.
   A CAP já está nos últimos retoques para receber a colheita do milho, destacando que após as melhorias implementadas no seu recebimento, o mesmo tem sido muito mais ágil e eficiente, eliminando as longas filas de caminhões no pátio da Matriz que, agora, também conta com asfalto de qualidade por toda a sua extensão.
   Temos informações de que alguns associados já iniciaram suas colheitas e desejamos a todos os agricultores de nossa região, excelentes resultados no campo e que o Agronegócio continue a ser o alicerce da economia brasileira, pois, mesmo em tempo de crise e pandemia como os que vivemos, o agro não para e nunca vai parar.
   Palavra do Presidente: Franco Di Nallo  


  Presidente da CAP alerta sobre possível redução no volume de semente de soja a ser oferecido pela entidade

   Estão sendo dados os últimos ajustes para que a Cooperativa Agropecuária de Pedrinhas Paulista comece a receber o milho colhido na Segunda Safra 2020.

   A Matriz está nos preparativos finais, o mesmo ocorrendo com São José das Laranjeiras e Florínea.
   Alguns poucos associados já começam a colher algumas áreas, mas acredita-se que o grande fluxo de entrega de produção nas unidades da CAP deve ter início na segunda quinzena de junho. Matriz e filiais estão quase prontas para atender os associados com agilidade e eficiência.
  Quanto aos silos que estão em construção na filial de São José das Laranjeiras (distrito de Maracaí), a obra terminou a fase de implantação da base e, muito em breve, começam a ser levantados os silos.
  A estrutura estará pronta e em atividade para o recebimento da colheita da soja da Safra 2020/21, trazendo mais tranquilidade aos associados, pois a cada ano aquela unidade tem registrado um aumento de grãos em seus silos e a ampliação de sua capacidade de armazenamento é uma antecipação da Diretoria da Cooperativa a fim de evitar possíveis problemas no futuro.
  Quanto à Safra 2020/21, tudo também corre de acordo com o esperado. Alguns insumos já começam a ser entregues na CAP e a Diretoria da Entidade já se mobiliza no intuito de adquirir sementes de qualidade para o plantio.
   O presidente Franco Di Nallo comenta que deve haver certo problema com as sementes deste ano, uma vez que os maiores fornecedores da entidade (Rio Grande do Sul e Santa Catarina) sofreram com a estiagem e a produção de sementes foi comprometida.
  Para garantir que as sementes oferecidas estejam dentro dos padrões de qualidade da CAP, está sendo agendada uma visita a estes fornecedores, de onde serão trazidas amostras para análise.
   "A Cooperativa prima pela qualidade das sementes oferecidas aos seus cooperados e, mesmo sabendo que as mesmas estarão aquém do ideal, faremos as análises necessárias para avaliar se o produto irá atender as expectativas de nosso associado. Mas podem ter a certeza de que não vamos oferecer um produto de má qualidade aos agricultores da região", comenta ele.
  Por haver essa exigência quanto à eficácia, Di Nallo avisa aos associados que este ano deve haver escassez de sementes oferecidas e, por isso, o ideal é que as reservas sejam feitas o quanto antes no setor responsável, pois somente serão ofertadas sementes dentro dos padrões exigidos pela entidade.
  Segundo a Legislação brasileira, a semente é ideal quando oferece o mínimo de 80% de germinação. De 80% a 60% de germinação, ela é chamada de "semente de emergência", cujos resultados podem não ser os esperados. E abaixo de 60% de germinação, o produto sequer é classificado como semente.

   Associados aproveitam excelente momento do mercado e Cooperativa registra grande comercialização de grãos

   A Segunda Safra de milho segue se desenvolvendo nos campos e, a despeito de problemas com estiagem enfrentados na região, a expectativa ainda é de uma produção

satisfatória do grão, cujas colheitas devem começar já no próximo mês.   
   Se no campo a situação não é a mais desejada, o mesmo não pode se dizer da comercialização. A Cooperativa Agropecuária de Pedrinhas Paulista comercializou quase todo o estoque de milho que estava guardado em seus silos, restando até esta semana aproximadamente 89 mil sacas armazenadas. Essa comercialização foi motivada pelos excelentes preços oferecidos pelo mercado.
  Já a soja conta com cerca de 300 mil sacas nos silos da CAP. Segundo o presidente Franco Di Nallo houve uma grande oportunidade para a venda dos grãos, onde a saca chegou a R$ 105.
  "Houve aqueles associados que não venderam sua produção nem durante a alta dos preços, o que pode ser um bom sinal, demonstrando que eles estão capitalizados e tranquilos, pois acreditamos que a alta de preço do grão já passou. Mas eles podem ficar tranquilos, pois, na CAP, sua produção somente é comercializada com sua autorização", explica.
   Já existe certa preocupação do mercado por conta da comercialização das próximas safras em 2021. Um possível alívio na crise do Coronavírus e uma retomada da economia mundial poderiam atuar para reduzir a diferença de cotações do Dólar ante o Real. Sendo assim, os produtores estariam comprando seus insumos hoje com um dólar em patamar muito superior ao que irão negociar as vendas da produção no próximo ano. Ainda sobre comercialização, neste final do mês de maio a região foi pega de surpresa pelos agricultores que tiveram grandes prejuízos devido à quebra de uma cerealista.
   Estes agricultores tiveram suas produções comercializadas e ainda não receberam por elas.
  O presidente Franco Di Nallo lamenta, e muito, o ocorrido, destacando que sua grande preocupação é com os clientes da cerealista que eram pequenos produtores. "Estes, dependendo o tamanho do prejuízo, não conseguirão mais se levantar, pois as sacas que estavam naqueles silos eram suas garantias de se manter no mercado agrícola por mais uma safra", comenta o presidente.
   "A situação é muito triste, mas não é a primeira nem a última vez que veremos este tipo de acontecimento em nossa região. É preciso muito cuidado ao confiar sua produção a um armazenador, pois esse é o maior patrimônio que o agricultor possui e, em caso de surpresas desagradáveis como esta, os resultados podem ser desastrosos", completa ele.



  Juma-Agro em parceria com a CAP sorteia Smart TV 50"

  Parceiros a quase 10 anos, Juma-Agro e Cooperativa Agropecuária de Pedrinhas Paulista realizaram nesta semana o sorteio de uma Smart TV de 50 polegadas, prêmio da campanha da SAFRA 2019/2020 feita junto de todos os cooperados da CAP que adquiriram produtos da Juma-Agro.
   A Juma-Agro, agradece à CAP pela parceria e pela oportunidade de realizar a campanha junto aos cooperados que, por meio do Departamento Técnico e do setor de Faturamento, deu todo o respaldo e acompanhou a realização da promoção.
  A Campanha, foi uma forma de retribuir todo o apoio recebido pela Juma Agro junto aos cooperados, que sempre acompanham as novidades da empresa e acreditam nas novas tecnologias colocadas por ela no mercado.
   O cooperado felizardo foi o senhor Domenico Palombo, que junto de seus filhos é um agricultor muito ativo na Cooperativa. A TV foi retirada na CAP pelo filho do ganhador, Marino Palombo.
  Para a promoção estavam valendo todos os produtos Juma-Agro, como o Acorda, Aminosan, a linha Redutan, linha Revigo e o KMEP Ultra.

   A Juma Agro possui mais de 30 anos no mercado agrícola e tem como principal objetivo ajudar os produtores a prosperar, conectar mercados e oferecer os produtos certos para cada tipo de cultura.
   Parabéns a Todos!

  Exportações: Brasil alcança abertura de 60 mercados para produtos agropecuários

   O Brasil alcançou a marca de 60 mercados externos abertos para produtos agropecuários desde janeiro de 2019. O mais recente é a exportação de lácteos para a Tailândia, conforme anunciou na sexta-feira (22/05) a ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) durante webinar sobre oportunidades e perspectivas para o setor agropecuário durante a pandemia do coronavírus, promovido pelo Instituto de Engenharia.
   Mais - Entre outros produtos para exportação estão castanha de baru para Coreia do Sul, melão para China (primeira fruta brasileira para o país asiático), gergelim para a Índia, castanha-do-Brasil (conhecida também por castanha-do-Pará) para Arábia Saudita e material genético avícola para diversos países.

  Diversificação - "O Ministério da Agricultura, na área internacional, optou pela abertura de mais mercados, mas também pela diversificação de produtos", ressalta a ministra, destacando que a pauta exportadora não deve ficar concentrada somente em soja, milho, carnes e cana-de-açúcar.

  Valor recorde - As exportações do agronegócio atingiram valor recorde em abril, ultrapassando pela primeira vez a barreira de US$ 10 bilhões no mês. O recorde anterior das vendas externas neste mês ocorreu em abril de 2013, quando as exportações somaram US$ 9,65 bilhões. O valor no mês passado (US$ 10,22 bilhões) foi 25% superior em comparação a abril de 2019 (US$ 8,18 bilhões).

  Soja em grão - O recorde foi obtido em função, principalmente, do aumento dos embarques da soja em grão, que cresceram 73,4%, com 16,3 milhões de toneladas. A China foi o principal importador do produto, com a compra de 11,79 milhões de toneladas ou 72,3% da quantidade total exportada.
  Prioridade - A ministra enfatiza que a prioridade é sempre garantir o abastecimento de alimentos e demais produtos agropecuários no mercado interno. Desta forma, destaca, que a expansão das exportações não será feita sem privilegiar a demanda interna do Brasil. "Estamos acompanhando o que colhemos, o que vendemos. Esse monitoramento é fundamental para a segurança alimentar do Brasil e também o cumprimento dos nossos acordos comerciais", diz.

   Risco - Segundo Tereza Cristina, não há risco de falta de alimento no mercado brasileiro.

  Protecionismo - Após a pandemia do novo coronavírus, a ministra prevê que os países deverão se tornar mais protecionistas, fechando seus mercados para produtos estrangeiros. Para continuar a expansão no mercado internacional, o Brasil, segundo Tereza Cristina, deverá avançar nas áreas de sanidade vegetal e animal e rastreabilidade para manter a confiança dos importadores, além das partes encontrarem o equilíbrio.

   Qualidade - "Brasil já produz de maneira abundante e com muita qualidade. Temos que anexar mais estados brasileiros nessa excelência", afirma, citando trabalho que vem sendo desenvolvido pelo Mapa com produtores rurais do semiárido.
  Transporte - Outro ponto a ser superado, conforme a ministra, é a logística de transporte, sendo necessário buscar vias para tornar o escoamento da produção agrícola mais barata e efetiva.
  

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