COOPERATIVA AGROPECUÁRIA DE PEDRINHAS PAULISTA
Cooperativa Agropecuaria de Pedrinhas Paulista


















  CAP é aliada do Poder Público no combate e prevenção à Covid-19

   Esteve em vigor em Pedrinhas Paulista de 24 a 30 de maio o Decreto Municipal 1697/2021, que determinava medidas restritivas adicionais em caráter emergencial e temporário, em prevenção do contágio da Covid-19.
  A Cooperativa Agropecuária de Pedrinhas Paulista, em virtude do aumento de casos da doença na cidade e atendendo o decreto da Prefeitura, tomou diversas atitudes dentre elas uma maior restrição ao acesso a suas unidades durante o período de vigência das determinações das autoridades municipais.
  Durante a vigência do Decreto, todos os setores da CAP atenderam os associados somente em situações emergenciais e mediante agendamento por telefone. A Loja Veterinária, por ser considerada como um serviço essencial, continuou atendendo ao público, porém somente uma pessoa por vez.
  O Supermercado CAP também implantou normas mais rígidas durante o período. Era permitida a entrada de apenas uma pessoa por família e ficou vedada a entrada de crianças até 11 anos na loja. Apenas 10 pessoas podiam adentrar ao mercado por vez e a loja também reservou dois horários especiais (das 8 às 10 horas e das 13 às 15 horas) somente para clientes

com 65 anos ou mais.
  Mesmo com o fim do decreto, o uso de máscara de proteção facial de maneira correta, o distanciamento social e a higienização das mãos continuam sendo indispensáveis para quem frequenta não só a matriz do Supermercado CAP, mas também as filiais de Florínea e São José das Laranjeiras, protegendo a saúde de seus colaboradores, associados, clientes e parceiros.


  Filial de Florínea da CAP tem novo chefe

  A filial do município de Florínea da Cooperativa Agropecuária de Pedrinhas Paulista tem um novo chefe.Com a aposentadoria de Antônio Granado, o novo responsável pela unidade é Marcelo de Castro Ferreira, que já atuou dois anos como técnico em Segurança do Trabalho na CAP e tem também quatro anos

de experiência como gestor de Compras da San Pio Construtora.    O novo chefe agradece à Diretoria da CAP pelo voto de confiança no desempenho de um cargo tão importante e destaca, também, que por já ter trabalhado na CAP e já conhecer a equipe da filial florinense, a recepção e adaptação ocorreram de maneira tranquila.
  "O Toninho fez um excelente trabalho durante muitos anos nesta filial e nossa intenção é apenas continuar com o que já vinha sendo feito, trabalhando sempre em prol dos cooperados de Florínea e buscando que eles obtenham os melhores resultados possíveis de suas lavouras", disse Marcelo
  O presidente Franco Di Nallo dá as boas-vindas ao novo chefe da filial de Florínea, apontando que tem plena certeza de que Marcelo fará um grande trabalho em prol do cooperativismo daquela região. Ele comenta, ainda, que em breve, algumas melhorias na estrutura da unidade serão iniciadas para melhor atender os associados e oferecer mais condições de trabalho à equipe da filial.
   "Não posso deixar de, mais uma vez, agradecer ao Toninho Granado pelos anos de total dedicação à CAP e todo o empenho e carinho que ele tinha com a função. Que ele tenha tudo de bom em sua vida e que possa desfrutar de sua mais do que merecida aposentadoria", encerra Di Nallo.

  Começam as obras de modernização do setor de Carregamento da CAP

   Na semana passada chegaram os últimos materiais para a obra e teve início na matriz da Cooperativa Agropecuária de Pedrinhas Paulista a modernização no setor de Carregamento. O setor recebe os veículos que levam a soja e o milho para a exportação ou para indústrias que adquiriram o produto e, dentre

outras melhorias, será construída uma balança de fluxo e uma nova Expedição.
  De acordo com o presidente da entidade, Franco Di Nallo, com isso a matriz vai passar a contar com três balanças, o que vai agilizar ainda mais o atendimento durante o recebimento dos grãos nas colheitas das lavouras de milho e de soja.
  "Essa nova obra vai abranger, de início, seis silos e vai trazer mais segurança para os caminhoneiros, pois por meio da balança de fluxo há mais precisão das toneladas a serem transportadas", diz ele.
   Mesmo sendo uma obra complexa e ampla, a expectativa é de que o novo e moderno setor estará concluído e pronto para receber a colheita da safra de soja 2021/2022, já no ano que vem.
  Além desta obra na matriz, continuam as melhorias no Supermercado CAP que, atualmente, passa por uma pintura externa. Em breve as atenções da Diretoria vão se voltar para a filial de Florínea, que também passará por reforma e modernização.

  Conectividade no campo elevará produção agropecuária a novos paradigmas

  Estudo desenvolvido pela Esalq/USP mostra que o valor bruto da produção agropecuária pode aumentar em até R$ 100 bilhões com o aumento da cobertura nas áreas rurais

   Apenas 23% do espaço agrícola brasileiro possui algum nível de cobertura por internet e, mesmo assim, o Brasil consolidou-se como potência agroambiental no cenário mundial. Com a iluminação das áreas rurais ainda sem conectividade, o Brasil passará por grande transformação na forma de produzir no campo e criará novos paradigmas para o setor. É o que demonstra estudo divulgado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), que balizará ações inéditas para ampliação da conectividade rural a partir de tecnologias de internet banda larga como o modelo satélite, cabo de fibra ótica e telecom, que inclui a nova geração 5G.
   "Nosso produtor rural demanda tecnologia e está apto para continuar recebendo mais inovação. A conectividade promove o avanço tecnológico no campo. E também promove uma aproximação real do meio rural com os grandes centros urbanos", declarou a ministra Tereza Cristina, em cerimônia virtual de anúncio das ações do Mapa. Ela também destacou que o aumento da conectividade será um grande estímulo para fixarmos o jovem no campo.
   Desenvolvido pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP), o estudo "Cenários e Perspectivas da Conectividade para o Agro" apresenta cenários para a cobertura de internet no modelo telecom (sinal 2G, 3G, 4G) em um horizonte até o ano 2026.
   Em um primeiro cenário seria aproveitada a capacidade de transmissão de 4.400 torres já existentes no Brasil. Isso permitiria ampliar a cobertura atual de 23% nas áreas rurais para 48% de iluminação de sinal no território agrícola nacional, proporcionando um aumento de 4,5% do Valor Bruto de Produção (VBP). Um segundo cenário compreende a instalação de 15.182 novas torres, que seriam suficientes para suprir uma cobertura final de 90% da demanda de conectividade no campo e traiam um acréscimo de 9,6% no VPB.
   Com o VPB projetado de R$ 1,057 trilhão, atualmente, a conectividade rural pelo modelo telecom contribuiria para o incremento de R$ 47,56 bilhões e R$ 101,47 bilhões para o primeiro e segundo cenários, respectivamente.

   Conectividade em áreas remotas
   De acordo com o secretário de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação do Ministério da Agricultura, Fernando Camargo, a garantia da conectividade em áreas estritamente rurais possibilitará, além de maior produtividade e geração de riqueza no campo, difusão do conhecimento a partir da prestação de assistência técnica e capacitação online, especialmente, a pequenos e médios produtores. É uma oportunidade, também, de manter o jovem no campo ao proporcionar, cada vez mais, acesso de qualidade a Ater 5.0, modalidade educacional em crescimento no país. Para atingir escolas rurais e comunidades longínquas, a conectividade será provida por meio do modelo de satélites geoestacionários. Em parceria com o Ministério das Comunicações, serão conectados em uma primeira fase 156 comunidades e assentamentos rurais distribuídos em 134 municípios de 10 estados, prioritariamente das regiões Norte e Nordeste.
  (Assessoria de Comunicação - MAPA)
  


  Chuvas trazem alento à nossa região, mas perdas na lavoura serão inevitáveis

   As chuvas finalmente chegaram na área de atuação da Cooperativa Agropecuária de Pedrinhas Paulista. Infelizmente elas caíram em nossa região com mais de um mês de atraso e, com isso, estimamos que o que foi perdido nas lavouras, não poderá ser recuperado.
  Se fizermos um cálculo aproximado deste prejuízo, poderemos facilmente detectar que 50% da produção do milho Segunda Safra se perdeu. O que for colhido, dará para pagar as contas da lavoura e, com muita sorte, deve haver uma minúscula margem de lucro caso os preços oferecidos pelas sacas do grão continuem em alta até a colheita.
   Mas devemos ter em mente que os preços atuais pagos pela saca do milho (cerca de R$ 90) não refletem a realidade do mercado e podem cair a qualquer momento. Ainda assim, se esses preços ficarem na casa dos R$ 70/saca, serão considerados muito bons para o momento.
   Mesmo com os recentes elevados preços oferecidos pelas sacas de grãos, a CAP não registrou um grande fluxo de comercialização de seu estoque que está nos silos. No início desta semana, por exemplo, tínhamos um estoque de milho de 254 mil sacas, algo que traz até certa surpresa diante do momento de incertezas que atravessamos.
   Se por um lado, isso nos traz satisfação, pois demonstra que nossos associados estão capitalizados; por outro, nos preocupa, pois manter este milho com qualidade em nossos silos demanda um grande esforço.
   Ainda assim, é um orgulho saber que nossos associados têm a certeza de que a sua produção está muito bem protegida em nossos silos e, assim que suja o interesse de vender quantas sacas sejam, temos a responsabilidade de oferecer esse produto com o máximo de qualidade que o mercado exige e dentro das normas de exportação. Caso ocorra algum problema com esses grãos, cabe à CAP arcar com estes prejuízos, e não os cooperados.
  E mesmo com a preocupação causada pela falta de chuvas na lavoura de milho, os nossos associados já se mobilizaram na preparação para a safra de soja 2021/2022. Muitos insumos e sementes já foram adquiridos e ficamos felizes em ver que, mesmo diante de um cenário tão pessimista, a engrenagem do Agronegócio nunca para.
   Nos resta aguardar para ver o que a colheita do milho nos reserva, seja em quantidade, como na qualidade dos grãos e também nos preços oferecidos pelo mercado, uma vez que a estiagem que nos atingiu, também prejudicou a produção de milho no Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso.
  A única certeza é que, seja diante de qualquer cenário, o Agronegócio nunca para e se mantém como a mola propulsora da economia de nosso país, mesmo diante de anos tão caóticos como estamos vivendo devido à pandemia.
  
  
Franco Di Nallo
Presidente

  Projeto prevê endereços digitais na Zona Rural do Estado de São Paulo

  O mapeamento irá identificar as estradas e propriedades para garantir endereços oficiais e, assim, os moradores terão acesso a diversos serviços considerados fundamentais

  Os moradores da zona rural do Estado de São Paulo terão endereços digitais, de acordo com a Secretaria de Estado de Agricultura e Abastecimento. A iniciativa deverá beneficiar cerca de dois milhões de pessoas em 350 mil propriedades rurais.
  Na prática, os endereços digitais irão contemplar os locais que não possuem CEPs (Códigos de Endereçamento Postais). A identificação irá ocorrer com base no mapeamento realizado pelo governo em parceria com o Google. Esses primeiros endereços deverão chegar no segundo semestre.
  O mapeamento irá identificar as estradas e propriedades para garantir endereços oficiais. Desta forma, os cidadãos da zona rural poderão ter acesso a diversos serviços considerados fundamentais, como os de entrega de correspondências.
  Os endereços digitais integram o Projeto Rotas Rurais. Por intermédio desta iniciativa, será possível identificar áreas da zona rural que também irão integrar o banco de dados das Guardas Civis, polícias Civil e Militar e do Corpo de Bombeiros; áreas da zona rural que até então estavam no escuro.

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